A noite começava com um sussurro.

Nayara assunção, esplêndida, pressentiu o cobiçar sobre ela. Toda movimento seria calculado, qualquer curva uma tentação.

O ar estava sufocante com a expectativa. A musa sabia o impacto que exercia.

O vestido deslizou, mostrando o que se encontrava escondido.

Um simples sinal e o doce arcano era compartilhado.

A iluminação reluzia em nas belas curvas.

Qualquer clique imortalizava a natureza de Nayara desinibida.

O momento virou infinito.

A bela câmera captava cada minúcia.

Ela foi a personificação da desejo.

Os vistas focaram-se nela.

Um único afago e o corpo estremeceu.

A excitação foi visível.

A beleza rendeu-se totalmente.

A liberdade em qualquer movimento.

O ser expressava por por si só.

Os mistérios foram desvendados.

Um anseio intenso no ambiente.

Nayara exibida era a imperatriz daquela ocasião.

E o jamais esqueceria.